Notas de leitura: humor, farsa e sátira

Notas de leitura: humor, farsa e sátira

EU FALAR BONITO“Eu Falar Bonito um Dia” (Companhia das Letras), de David Sedaris
Na mesma linha de Geoff Dyer, Sedaris utiliza sua vida pessoal para em seus textos. Mas se para o autor de “Ioga Para Quem Não Está Nem Aí” sua experiência vale uma análise mais próxima do ensaio, neste estamos mais próximo da crônica. Sedaris senta no divã para contar sua infância, a descoberta da sua homossexualidade e como isso o…

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Alberto Mussa: “O Rio sempre permitiu uma interação intensa entre membros de todas as classes sociais”

Alberto Mussa: “O Rio sempre permitiu uma interação intensa entre membros de todas as classes sociais”

A ideia é original. Contar a história do Rio de Janeiro por meio de cinco crimes, um para cada século, desde os 1500, em forma romanceada. O projeto de Alberto Mussa está no terceiro volume e já se transformou numa das melhores coisas na literatura nacional.

senhorA série começou com “O Trono da Rainha Jinga”, que retrata 1626. Depois, ele lançou “O Senhor do Lado Esquerdo”, que vai a 1913. Seu último…

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Apoio à leitura: de carona com o motoboy

Apoio à leitura: de carona com o motoboy

Mais uma matéria da tag Apoio à leitura. Desta vez, uma empresa de motoboys que montou uma biblioteca e distribui livros nas ruas.

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Por Livia Cerezoli

Na Translig, empresa de motofrete localizada na região de Pinheiros, em São Paulo, as entregas são sempre acompanhadas com um pouco de história, seja pelo conhecimento adquirido pelos motoboys ou mesmo dentro dos pacotes enviados aos clientes.

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Fotografia e quadrinhos se unem para retratar o Afeganistão

Fotografia e quadrinhos se unem para retratar o Afeganistão

CAPA.inddFotografia, jornalismo e quadrinhos se unem em “O Fotógrafo” (Conrad), obra em três volumes que retrata o Afeganistão nos anos 80, ainda sob a invasão da então União Soviética.

O livro, com o subtítulo “Uma História no Afeganistão”, narra a viagem que o fotojornalista francês Didier Lefèvre fez para aquele país acompanhando uma equipe do Médico Sem Fronteiras. Ele excursionou pelo Paquistão e as…

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Biografia de Dirceu Lopes relembra um camisa 10 que falta hoje ao Brasil

Biografia de Dirceu Lopes relembra um camisa 10 que falta hoje ao Brasil

Hodirceu-lopes-ganha-livro-capa-400-x-492uve uma época em que o futebol brasileiro podia contar com pelo menos dois camisas 10. Além de Pelé, incontestável, havia Dirceu Lopes, apelidado de Príncipe, com sua técnica elegante que encantou o Cruzeiro nos anos 60 e 70.

Num momento histórico em que o Brasil não possui mais esse camisa 10 já há um bom tempo – até a Colômbia já revelou um 10 clássico, James Rodrigues -, o blog foi atrás do…

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Notas de leitura: o caso Bruno, a morte do rock e uma seleção de perfis

Notas de leitura: o caso Bruno, a morte do rock e uma seleção de perfis

3299380“Indefensável” (Record), de Paulo Carvalho, Leslie Leitão e Paula Sarapu
A história é das mais trágicas e mirabolantes, um crime cinematográfico que envolve uma frieza incomum. A morte de Eliza Samudio é contada nesse livro por três jornalistas que acompanharam o caso desde os primeiros boatos do desaparecimento da modelo. Rica em detalhes, a longa reportagem passa pela infância e juventude do…

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O romance que nunca começa

O romance que nunca começa

Macedonio Fernández foi quem abriu caminho para a literatura de ensaios que consagrou autores argentinos como Jorge Luis Borges, que dizia que gostava mais de sua conversa do que de seus escritos. Fernández pertencia à geração anterior à do autor de “Ficções”.

22418422Seu “Museu do Romance da Eterna” (Cosac Naify) não conta uma história, é uma sucessão de prólogos para um romance que nunca começa.…

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Notas de leitura

livro-evandro“Minha Mãe se Matou sem Dizer Adeus” (Record), de Evandro Affonso Ferreira
O impacto de “O Mendigo que Sabia de Cor os Adágios de Erasmo de Rotterdam”(Record) me fez rondar a obra do escritor. Faço então o caminho inverso, e recuo ao antecessor do vencedor do Jabuti 2013. Neste, as invenções linguísticas se mostram mais cruas. A trama se sustenta na melancolia. Um homem de 80 anos senta em uma…

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Alejandro Zambra fala com o blog: “Sabíamos que não havia nada que poderíamos ter feito”

Alejandro Zambra fala com o blog: “Sabíamos que não havia nada que poderíamos ter feito”

Seus livros são curtos – o mais longo lançado no Brasil tem 157 páginas. Ele não tem medo de abrir um romance com a frase “No final ela morre e ele fica sozinho”. O chileno Alejandro Zambra já é considerado um dos grandes autores sul-americanos, com romances, ensaios e poesia publicados.

Nascido em 1975, não viveu o golpe de Pinochet, mas em sua obra respinga não somente o trauma da época, mas as…

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Um chileno que conta histórias do deserto

Um chileno que conta histórias do deserto

Pouco conhecia da literatura chilena até uns dois anos atrás. Além de Pablo Neruda, passei e não me dei bem com Roberto Bolaño. De Isabel Allende, não li nada, apesar de receber recomendações de gente que sabe ler. Assim como Antonio Skármeta.

Mas nos últimos tempos, talvez inspirado pelas editoras que investiram no Chile, cheguei ao excepcional Alejandro Zambra (em breve, uma entrevista com ele…

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